Lagos de sangue tépidos e impuros.
Em que ondeiam cadáveres despidos,
Pasto de corvos. Dura inda nos vales.
O rouco som da irada artilheria
(...)
E vai ver de mais perto no ar vazio
O espaço azul, onde não chega o raio.
Já dos olhos o véu tinha rasgado
(...)
O sucesso infeliz. Quem a socorre!
Que aborrecida de viver procura
Todos os meios de encontrar a morte.
Nem quer que o esposo longamente a espere
No reino escuro, aonde se não ama.
(...)
E vendendo a vil preço o sangue e a vida.
Move e nem sabe por que move a guerra.