A esperança perdi inteiramente,
Nesse lugar maldito, cujo nome
Nem como em pensamento ouso dizer.
Meu pai estende a mão sobre meu rosto.
As lágrimas me cegam e em vão me esforço
Para falar. Tudo parece um sonho.
Dos reis cruéis que me rodeiam vejo
As barbas negras e os lupinos olhos
Que me fitam esperando minha morte.
Os altos mastros dos navios tremem
E o templo e a multidão que me rodeia.
Sinto o corte de lâmina aguçada,
Devagar, devagar... e nada mais.