segunda-feira, 2 de abril de 2012

A Máscara - Baudelaire

— Ela chora, insensata, por haver vivido!
E por viver ainda! E o que ela mais deplora,
O que a faz ajoelhar-se em frêmito feroz,
é que amanhã há de estar viva como agora!
Amanhã e depois e sempre! — como nós!