Muitos tem, poucos querem
Enquanto a morte não vem.
A vida nos fere.
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sábado, 9 de abril de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
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As horas pisavam cheias de espinhos por uma lama seca e suja. No coração grosso e descampado, ossadas irresolutas; abandonaram aquele corpo como um defunto frio. Com os pulsos esticados e moles, a cólera desaparecia. A vida já lenta, invisível, ausente; esperando e sendo arrastado num grande silêncio.
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